No bate-papo com o Gerente Executivo do CEMPRE, Marcos Iorio, e com o presidente da FEPACOORE, Jair do Amaral, discutiram um ponto que precisa ganhar muito mais força nas políticas públicas: o pagamento por serviços ambientais prestados pelas cooperativas de catadores.
Mais do que “valorização”, que pode ser apenas moral ou simbólico, estamos falando de remuneração justa pelo trabalho de coleta, triagem e destinação de materiais pós-consumo. Esse é um serviço real, mensurável e essencial para o funcionamento da reciclagem no Brasil.
É hora de reconhecer de forma concreta o serviço ambiental prestado pelas cooperativas e catadores e garantir a sustentabilidade econômica a quem mantém a reciclagem “circulando”.
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